É triste perceber como a futilidade tomou conta das relações. Fala-se o que se deve, e não o que se sente. Mostra-se o que é mais útil, não o que revela mais os esconderijos bonitos de toda a alma.
Não que tenhamos que dizer o que somos o tempo todo para o primeiro ouvinte desprevinido. Não. Mas o problema é que não revelamos sequer a nós mesmos quem somos ou, pior, temos preguiça de procurar em nós mesmos quem somos. E por isso não somos.
Não por uma decisão de Deus, mas por uma teimosia humana em aparentar apenas o que agrada.
"As comédias revestem-se de grandezas quando revelam no riso a dor e na dor quimeras da humanidade."
Não por uma decisão de Deus, mas por uma teimosia humana em aparentar apenas o que agrada.
ResponderExcluirisso me incomoda muito.